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FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS NO OCIDENTE

Postado em 05/07/13 : 07:07:08

FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS NO OCIDENTE Pelo exposto acima, está claro que a mudança dos padrões de doenças repentinas para doenças degenerativas crônicas nasociedade ocidental implica que a alimentação pode estar desempenhando um importante papel crescente na origem destasdoenças. Há uma ironia nisso: a vida é impossível sem nutrição, mas por estarmos agora vivendo por mais tempo, os alimentosque ingerimos podem estar afetando a morbidez e mortalidade prematuramente. Análises estatísticas revelam queaproximadamente três milhões de mortes por ano no ocidente estão relacionadas com fatores alimentares e obesidade. Esta quantidade significa uma morte relacionada com a alimentação a cada 10,5 segundos. Uma interessante descoberta neste sentido é que levantamentos revelam que mais de 90% das pessoas possuem asinformações nutricionais necessárias para fazer as mudanças positivas na alimentação que poderiam prolongar suas vidas. Noentanto, por diversas razões, incluindo a força e a pressão da propaganda, a conveniência das comidas modernas e a pressãoda vida moderna, menos de 10% das pessoas informadas fazem as mudanças necessárias para reduzir o peso e criar umestilo de vida mais saudável. Comparada com a atual alimentação ocidental, uma dieta mais direcionada para a longevidade teria menos proteína e gorduraanimal, menos gordura em geral, menos açúcar refinado, mais fibra e mais frutas e vegetais para manter uma adequadaingestão de micronutrientes. Estima-se, por exemplo, que os ocidentais consomem em média aproximadamente um galão* degordura ou óleo por mês e aproximadamente 140 libras** de açúcar de uma forma ou outra por ano. Isto equivale a uma colher de chá de açúcar a cada vinte minutos da sua vida, noite e dia. Na nossa civilização, o segmento da indústria de alimentaçãoque mais cresce é o da “comida rápida” e anualmente consumimos literalmente bilhões de hamburgers altamente gordurosos e pedidos associados de milk shakes e batatas fritas, dezenas de milhões de pizzas, jantares à base de frango frito, etc., a maioria dos quais ricos em gorduras, calorias, colesterol e sal e deficientes em micronutrientes. NOTAS DO TRADUTOR * galão - medida de volume equivalente a 3,8 l (Estados Unidos) e 4,5 l (Inglaterra) ** libra - medida de peso equivalente a 453,59 g. As140 libras mencionadas equivalem a 63,5 Kg Embora a nossa moderna alimentação ocidental seja considerada a mais segura em termos de ausência de doençastransmitidas pela alimentação e a mais avançada alimentação do mundo em variedade e pela quantidade de pessoas que aconsomem, deve ser considerado o fator de maior risco pela atual situação epidêmica de doenças relacionadas com aalimentação que estão afetando nossa sociedade. O custo da doença relacionada com a alimentação em termos de perda deenergia humana e despesas médicas é impressionante e a perda em termos de tragédia pessoal é imensurável. Claramente,se nós pudéssemos afetar positivamente a alimentação e a nutrição das pessoas no ocidente, poderíamos prestar uma tremenda contribuição para a produtividade, a saúde e o bem-estar da nossa sociedade. A alimentação não é o único fator de risco para doenças. A maior tragédia é que, como a alimentação, a maioria dos fatoresde risco são controláveis, não passando de comportamentos adquiridos. Por concordância universal, os maiores fatores derisco incluem o fumo, excesso de consumo de álcool, o stress e o excesso de peso. Excesso de peso, embora não seja umfator de risco independente para doenças cardiovasculares em geral, é somatório com outros fatores de risco para doençascardiovasculares e é um fator de risco importante na origem de uma série de condições não fatais como a hipertensão, adiabetes originada na fase adulta, perfil anormal de lipídios no sangue, gota, artrite e cálculo biliar. Ele pode causarconsiderável stress psicológico e aumentar o risco de complicações tanto em grandes como em pequenas cirurgias. Assim como a nutrição, em geral o excesso de peso representa uma das causas mais tratáveis de morbidez e mortalidade na nossasociedade.